Sexo anal

Sexo anal

Postado por mberaldo - sexta-feira 14 maio 2010 22:40
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sexo anal

O sexo anal é uma das principais fantasias de boa parte dos homens, devido  à contração do ânus sobre o pênis e ao apelo visual. E atualmente, as  mulheres estão mais abertas a experimentar novas possibilidades. Se este é o seu caso, mas você tem algumas dúvidas, ou quer argumentos  para convencer para sua   parceira,  Segue abaixo algumas dicas e respostas para as perguntas mais freqüentes relacionadas a essa variação:

Para que a penetração anal ocorra sem problemas, a mulher deve estar interessada e bastante excitada,  ao ponto de conseguir relaxar durante a penetração. Isto é muito importante,   pois quando ocorre uma penetração com os músculos dos esfíncteres contraídos, pode ocorrer uma lesão  com rompimento  de fibras musculares, gerando dor e sangramento. Desse modo, o interessante é que a primeira penetração ocorra sem pressa.

Para um relaxamento melhor no ato sexual,  um treinamento prévio ajuda muito:   pode ser começado no banho,  com a mulher introduzindo o  próprio dedo. Com o tempo, os músculos responderão à sua vontade, simplesmente conforme ela for prestando mais atenção à região anal.

Depois que ela  já estiver conseguindo se concentrar e relaxar a musculatura anal, durante as preliminares  o  parceiro já pode  colocar metade do dedo, enquanto  estimula  o clitóris. Na transa de outro dia,  coloca  o dedo inteiro. Depois, pode partir para dois dedos pela metade e então os dois inteiros.  Depois de alguns dias,  deve iniciar o movimento tira-põe, mas só com a glande.  Em outro dia penetra totalmente, sem movimentar. Só depois é que começa realmente  o movimento completo, mas sempre estimulando o clitóris e cuidando para que seja bom para ela – afinal, a idéia é a de que seja bom para os dois.

Durante todos estes treinamentos, a mulher poderá pode usar um gel, à base de água, como o KY. Mas quando for partir para a penetração em si, usem sempre o preservativo: a mucosa do ânus é muito sensível e absorve bactérias, infecções e vírus com mais facilidade que a da vagina. Aliás, nunca, jamais, em tempo algum penetre no ânus e depois na vagina, ou na boca, pois o contato com fezes, mesmo invisíveis, pode gerar infecções graves.
Sendo o orgasmo uma sensação que depende muito da subjetividade, algumas mulheres, mesmo não chegando a ele através do sexo anal, sentem-se gratificadas. Outras “chegam lá” enquanto são estimuladas em seu clitóris. E outras relatam conseguirem ter orgasmo apenas com a penetração. E isto é perfeitamente possível, já que o principal órgão sexual está acima do pescoço:  é a nossa mente, é a nossa capacidade erótica.
A melhor posição sexual para a prática do sexo anal é aquela em que os parceiros ficam descontraídos e relaxados. Segundos os praticantes, uma posição confortável é deitados lado a lado (a mulher fica de costas para o parceiro).

Sexo anal, ao contrário do que muitos imaginam, não provoca hemorróidas. Entretanto, o sexo anal agravará o quadro se for praticado no período de inflamação, além de causar muita dor. Hemorróidas são tecidos que contêm veias e que estão localizados nas paredes do reto e do ânus. Podem inflamar e desenvolver um coágulo sanguíneo (trombo), sangrar ou tornar-se dilatadas e protuberantes. Mais de 80% da população convive com elas, mas, por medo ou vergonha, poucas pessoas procuram ajuda médica.

Muitas pessoas têm medo de que se o sexo anal  se tornar frequente, terão um  afrouxamento do ânus e consequente incontinência fecal. Mas Isso é raro nessa prática sexual. O ânus tem dois esfíncteres musculares em forma de anel que funcionam de forma independente. O esfíncter externo é voluntário (você tem controle dele), já o interno é involuntário. No primeiro, o controle é similar ao dos músculos da mão, isto é, você contrai e relaxa quando quiser. O outro esfíncter é controlado pela parte autônoma do sistema nervoso central, como os músculos do coração. Ele reflete e responde ao medo e à ansiedade durante o sexo anal.

O último ponto, mas não o de menor importância: não,  o homem que gosta de ser acariciado no ânus não é  homossexual. Os gays gostam não é simplesmente de  sexo anal, mas de sexo  com  homens. Não existe essa de carícia de gay e carícia de hetero. Se fosse assim beijos e abraços pertenceriam a qual grupo? O fato é que as sensações ao toque são as mesmas, só depende da sensibilidade de cada um. Lembre-se de que o que faz de um homem ou mulher homossexual é a atração por pessoas do mesmo sexo.  O tipo de carinho ou carícia é  decorrência.

Então, cuidem-se, divirtam-se!

Namoro Virtual

Namoro Virtual

namoro virtual

Com tanta tecnologia disponível para aproximar as pessoas, o namoro virtual é uma diversão válida, exceto quando ele se torna a única forma de contato para trocas afetivas com as outras pessoas. Geralmente, por trás do computador, qualquer pessoa ansiosa, tímida ou insegura ao extremo pode se sentir mais segura e autoconfiante, e acabar escolhendo o mundo virtual como o seu melhor cenário de conquista. Afinal, no mundo virtual, você pode ser quem você quiser, do jeito que  quiser. Mas é importante observar que neste caso, você estará criando uma imagem que  se adequa ao outro e a você, mas perderá  também  a oportunidade de aprender, com os erros e acertos, a relacionar-se e se tornar uma pessoa realmente interessante… Afinal, o bom capitão se faz em águas bravias, e não em calmaria. São as frustrações e sofrimentos que nos fazem fortes.

Além disso, é importante observar se a  relação virtual é viável: namorar à distância sempre dá problemas e, como na vida real, começa muito bem, mas aos poucos começam as cobranças, os ciúmes, a reclamação de que “você não era assim…”.

Cabe pensar que apesar do sofrimento fazer parte da vida,  é muito importante  ser capaz de escolher aonde você vai investir seu maior patrimônio: seus sentimentos.

Diminuição da frequência Sexual…porquê?

Diminuição da frequência Sexual…porquê?

Postado por mberaldo - terça-feira 4 maio 2010 21:06
consultório sexologia,erotismo,Sem categoria,sexualidade humana

falta de desejo sexual

Diminuição da Frequência Sexual…por quê  acontece?

È natural que  a freqüência sexual sofra uma queda de acordo com o acúmulo de novas responsabilidades. Uma das atividades que interferem muito na frequência sexual  são as acadêmicas! Outro dia eu ouvi de um colega que não existe contraceptivo melhor do que mestrado ou doutorado: a pessoa se torna obsessiva com o  tema da pesquisa, e o sexo se torna eventual… Muitos têm que apressar   a entrega da tese para salvar o casamento!

Além disso, lembremos de que o sexo é atividade física (equivale à subida de quatro lances de escada!). Então, se a pessoa está cansada, ou debilitada fisicamente, é natural que diminua o desejo sexual.  Preocupações com problemas familiares e financeiros também podem diminuir a vontade de fazer sexo, afinal, ele  é uma diversão, uma distração, e nem sempre  estamos para brincadeira quando estamos tristes e  preocupados, não é mesmo?

Então, quando sabemos que a situação é temporária,  o ideal é ajudar o parceiro a solucionar a questão, quando possível. Em alguns casos, quando a frequência sexual está muito abaixo do desejado por uma das partes, o ideal é que isso seja dito abertamente. Mas crie um momento adequado para a conversa, evitando tocar no assunto  em momentos de discussão. Com esse cuidado,  você estará evitando que a cobrança fora de hora ou sentimentos de rejeição sexual  se tornem  um novo problema a ser resolvido.