Mitos e verdades sobre higiene feminina

Mitos e verdades sobre higiene feminina

Postado por mberaldo - segunda-feira 17 outubro 2011 18:35
consultório sexologia,sexualidade humana

De nada adianta ter um relacionamento legal com o parceiro, ser descolada na cama se a relação com
o próprio corpo for uma espécie de auto-sabotagem, não é mesmo? mas muitas mulheres que se queixam de incapacidade de orgasmo, desejo ou excitação podem ter adquirido esta disfunção por conta de formas inadequadas de realizarem sua higiene íntima, facilitando a proliferação de fungos, alergias, inflamações e infecções que certamente interferem no ciclo da resposta sexual, causando ardência, prurido ou dor durante a penetração. Assim como em outras áreas da natureza humana, a higiene íntima tem seus mitos. Nas dicas a seguir, é possível conferir tudo que deve ou deve ser feito, desde a troca diária dos absorventes íntimos até a frequência ideal de higienização, sempre de acordo com as precisas dicas de especialistas da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), que criaram o 1º Guia de Conduta sobre Higiene Genital Feminina. Confira:

Faz mal usar sabonete íntimo diariamente.

Mito. Ao contrário. Com pH adequado ao corpo da mulher, os sabonetes íntimos são os mais recomendados para o uso diário, justamente porque não alteram o pH da flora vaginal. Os sabonetes comuns, por sua vez, costumam ser ácidos demais ou de menos para a higiene diária da mulher.

Absorventes perfumados podem dar alergia.

Verdade. O ideal, segundo os médicos, é usar absorventes sem fragrância, pois a ação de substâncias perfumantes pode causar ardor, alergias, coceira, fissuras externas e até mesmo dor na relação sexual.

Em dias de pouco fluxo, posso ficar com o mesmo absorvente o dia todo.

Mito. Mesmo que em pouca quantidade, o sangue menstrual é o ambiente perfeito para a reprodução de bactérias e fungos que podem causar doenças. Por isso, o ideal é a troca de absorvente a cada 4 horas.

Lenços umedecidos para a higiene íntima podem ser usados todos os dias.

Mito. Os lenços umedecidos são vantajosos, mas devem ser usados para situações de emergência. Além disso, sua aplicação deve ser suave, para não remover a camada protetora da pele.

O protetor de calcinha pode ser de uso diário.

Mito. O uso diário do protetor de calcinha pode provocar corrimentos, coceira e infecções, já que torna o local excessivamente quente e úmido, ambiente ideal para a proliferação de fungos.

Usar papel higiênico colorido ou perfumado é ruim.

Verdade. Assim como no caso dos absorventes internos perfumados, o perfume e a tinta do papel higiênico podem agredir a mucosa vaginal e irritá-la. Os sintomas mais comuns são ardência, coceira, dor ao urinar e dor na relação sexual. Por isso, o ideal é optar pelo uso de papel higiênico branco e sem perfume.

Sabonetes íntimos devem ser usados na parte interna da vagina.

Mito. Muitas mulheres cometem esse erro, mas o uso dos sabonetes íntimos (espuma) é apenas para a higiene da parte externa da região íntima e não deve ser utilizado para duchas vaginais (internas) nem para tratar infecções ou inflamações genitais. Se você tem algum problema como esses, o ideal é procurar um médico.

A frequência diária de higienização íntima é variável.

Verdade. De acordo com o clima, a frequência diária da higienização íntima muda sim. O recomendável é que ela seja realizada de uma a três vezes ao dia quando o clima é quente e uma vez ao dia quando o clima é frio.

Deve-se usar sabonete íntimo no período menstrual.

Verdade. O sangue altera o pH da região íntima e as glândulas sudoríparas (de suor) eliminam um odor mais forte nessa fase. Além disso, o uso prolongado de absorventes com película plástica externa é um fator agravante para o surgimento de uma irritação local. O uso do sabonete íntimo nessa fase ajuda a amenizar a situação.

Grávidas podem usar sabonete íntimo.

Verdade. Durante a gestação, o corpo da mulher sofre várias modificações devido à influência dos hormônios produzidos nessa fase. Na região íntima, existe uma maior produção de secreções que podem provocar um incômodo e, às vezes, coceira. O sabonete íntimo ajuda a manter a região limpa, sem agredir a camada protetora natural da pele.

fontes:
missali.site.med.br/fmfiles/index…::/Guia_de_Higiene_Feminina.pdf

http://www.facebook.com/groups/122747057831898/

Mulheres, máquinas de prazer!

Mulheres, máquinas de prazer!

Postado por mberaldo - quinta-feira 7 abril 2011 23:14
consultório sexologia,erotismo,orgasmo

Nas constantes comparações que ouço sobre a sexualidade feminina e masculina, muitos falam que a nossa resposta sexual é inferior á deles porque eles chegam ao orgasmo muito mais rapidamente que a gente.  Este é um pensamento que fornece justificativas para várias atitudes que contribuem para manter uma resposta sexual feminina insatisfatória (entenda aqui “lenta ou incompetente para o orgasmo”).

Acompanhe comigo: O pênis é o órgão sexual masculino de maior sensibilidade durante a penetração. O paralelo a ele, na mulher, é o clitóris, cuja função é exclusivamente  o prazer feminino. Contudo, em uma penetração vaginal, o pênis é estimulado diretamente, enquanto o órgão da mulher é apenas indiretamente estimulado. Agora, imagine se fosse diferente: imagine se, no ato sexual, o homem tivesse que esfregar seus testículos no clitóris feminino, e o pênis masculino só fosse estimulado indiretamente no contato com a barriga e região pubiana feminina… imagine como as mulheres chegariam rápido ao orgasmo e, com um largo sorriso, perguntariam satisfeitas aos seus parceiros:

-“Foi bom pra você?”.

Muitos, com certeza, diriam que não foi desta vez, outros fingiriam… Contudo, esta situação não nos coloca em condições de inferioridade: Para que o orgasmo feminino ocorra com a mesma fluidez que o masculino, é importante que a mulher estimule seu clitóris durante a penetração e saiba orientar seu parceiro a tocá-la da forma  eficiente. Uma boa estimulação no clitóris enquanto ocorre a penetração desencadeia o orgasmo e o intensifica. E isso não é tudo: ainda temos a vantagem de podermos chegar ao orgasmo várias vezes durante um encontro sexual e de várias formas, afinal, não apostamos tudo em um só local. Por isso a importância das preliminares! Nossa sensibilidade física e emocional nos torna capazes de sermos uma máquina de sentir prazer! E este é o motivo da histórica repressão sexual feminina. Portanto, não precisamos de pena, apenas de espaço na cama. E que principalmente que nós, mulheres, nos permitamos ocupar este espaço.

- Queixa sobre disfunção erétil e ‘programa’ chegam ao Procon de Juiz de Fora

- Queixa sobre disfunção erétil e ‘programa’ chegam ao Procon de Juiz de Fora

Postado por mberaldo - quinta-feira 10 fevereiro 2011 20:47
consultório sexologia

Uma curiosa reportagem realizada pelo jornal Diário de Cuibá relatou recentemente reclamações inusitadas feitas junto ao PROCON de Mato Grosso. Entre elas, estava a da esposa insatisfeita com o resultado do potencializador de ereção usado pelo marido, e a da garota cujo cliente fugiu sem pagar o programa. Estimulada pela curiosidade, fui ao PROCON de Juiz de Fora, a fim de saber como se porta o juizforano diante de queixas relacionadas ao âmbito sexual. Curiosamente, o que eu encontrei não foi muito diferente: Carla Marques, Supervisora de atendimento  da Agência de proteção e defesa do consumidor de Juiz de Fora, relatou-me  que recentemente foram procurados por um senhor de oitenta anos, que se mostrava insatisfeito com a demora dos resultados de tratamento de combate à disfunção erétil realizado em uma empresa de outra cidade. Relatou-me também que eventualmente ocorrem   denúncias masculinas contra  garotas de programa que não cumpriram o combinado. Um outro caso relatado foi o da   mulher que, mesmo constrangida, acionou o PROCON  para  reclamar da má qualidade do acabamento de um vibrador que danificou-se com o uso.  De acordo com Carla, as ações só seguem trâmite na agência se houver relação de consumo, e o cidadão deve ter formas de comprovar que foi lesado.

Em dois dos casos acima, o ato lesivo seria difícil de ser documentado, podendo apenas ser relatado oralmente. A ineficiência do tratamento clínico é uma situação complexa, porque envolve a sexualidade e a qualidade de vida sexual apresentada pelo consumidor. Como terapeuta sexual, compreendo o nível de ansiedade que leva as pessoas ao consultório, mas é preciso ter paciência e coerência na criação de expectativas, afinal, há diferença entre a vida sexual ideal e a possível. A resposta sexual muda com a idade, e mesmo que o homem se sinta muito excitado, com o avançar da idade a ereção demora um pouco mais para acontecer, além de precisar haver estímulos diretos. Assim, aqueles homens que consideram que para ter bom desempenho é preciso apresentar uma ereção imediata acabam perdendo a paciência, ficam nervosos, e aí, sim, perdem a ereção. Além disso, pode ocorrer desta paciência faltar à parceira, que sabota, sem perceber, a competência masculina, através de cobranças diretas ou indiretas. Atrapalha também quando esta é muito inibida sexualmente, não correspondendo aos estímulos necessários para iniciar e manter a excitação e a ereção de seu parceiro.  Assim, vemos que um tratamento psicológico não estabelece uma relação de consumo, e sim, de orientação e apoio sistematizado não só em relação ao parceiro, mas ao casal. Por isso, é muito importante ter cautela com empresas que propagandeam resultados fantásticos.

No caso dos homens que se sentem lesados em relação às garotas de programa, é importante considerar que o fato de não ser uma profissão regulamentada faz com que os homens tenham que confiar em suas parceiras verbalmente contratadas. E parece que este voto de confiança é mútuo, já que também há reclamações por parte delas, contra homens que saem correndo sem pagar – quando não as espancam e as  roubam. Pensando nisso, Fernando Gabeira, deputado nascido e criado aqui em Juiz de Fora,  criou um controverso projeto de lei, institucionalizando a prostituição como profissão.  Caso queira ler mais sobre o assunto, clique em http://revistamarieclaire.globo.com/Marieclaire/0,6993,EML815233-1740,00.html, e leia um curioso debate entre ele e a psicóloga Nalu Faria, coordenadora de uma ONG voltada para os interesses da mulher, na Revista Marie Clair.

De qualquer modo, a busca pelo PROCON para resolver questões relacionadas à sexualidade ou exercício dela é algo positivo, uma vez que as pessoas estão passando por cima de seus constrangimentos para buscarem seus direitos – inclusive ao prazer. E é este mesmo movimento que faz com que as pessoas tomem coragem de se exporem e busquem ajuda terapêutica por conta de seus problemas sexuais: na maior parte das vezes, a solução do problema é mais simples do que a convivência com o ele.

(A mulher que reclamou quanto ao vibrador está satisfeita com o novo aparelho: recebido graças ao empenho do PROCON/JF).

O que quer uma mulher?

O que quer uma mulher?

Postado por mberaldo - terça-feira 23 novembro 2010 19:05
consultório sexologia,sexualidade humana

Na história da humanidade, os homens se fizeram várias perguntas e procuraram, de várias formas, obter as suas respostas. Entre estas, se tornou difícil definir as mulheres e tentar explicar – principalmente a elas – o que elas querem pois,  na maioria das vezes, não há uma única resposta: tudo depende do contexto.
Analisemos o contexto biológico: se comparadas aos homens, a estabilidade emocional deles não é um bem conquistado: é porque eles não sofrem a mesma oscilação hormonal. Assim como os homens, as mulheres querem paz! Portanto, o que queremos  durante a TPM é que os homens evitem fazer aquilo que já nos irrita em tempo normal, pois neste período, tudo o que nos incomoda tem  um impacto  triplicado! ah, queremos também um pouco mais  de carinho…e uma barra de chocolate pode cair bem!
Também no sexo e no amor as mulheres querem o mesmo os homens: uma pessoa que  se sinta satisfeita com o que recebe e que esteja em condições de retribuir com a mesma intensidade. Existem pessoas que sabem receber, usufruir, mas não sabem produzir nem dividir o seu capital erótico e nem amoroso. As mulheres querem  sentir que ocupam um lugar importante na vida de seu companheiro. Mas como muitos homens tendem a  focar em uma coisa de cada vez, quando sentem que  a mulher já foi  conquistada,   passam a focar no trabalho ou na conquista de patrimônio, como  se a vida afetiva funcionasse bem apenas no automático. E se ressentem das reclamações femininas, quando estas reivindicam  equilíbrio entre a vida afetiva, familiar e social!
Outros dizem que não adianta ser bonzinho, que as  mulheres gostam é daqueles que as maltratam! Exceto as mulheres problemáticas, isso não é verdade! O fato é que o que impulsiona o primeiro contato é a química… quando a mulher já está envolvida com outro,  ou quando não surgiu atração sexual suficiente, não adianta se o rapaz é a melhor pessoa do mundo…é uma fatalidade, fazer o quê?
Ao contrário do que pensam muitos homens, creio que somos muito mais pragmáticas do que eles: desde pequenas, somos treinadas para nossos papéis sociais de adultas. Mesmo com as mudanças culturais, vejo a minha filha de seis anos brincar com as bonecas e de casinha, como eu brinquei. Ela sabe o que fazer com um bebê. Ela sabe como funciona uma casa. Agora me diga: Você já viu algum menino brincar de pagar faturinha? Brincar de chegar em casa e perguntar à esposa como foi o seu dia? Brincar de discutir a relação? Brincar de suportar bronca do patrão? Não! A brincadeira do menino o leva para o mundo da fantasia, onde ele é capaz de tudo! Ele é o herói, é poderoso! Ou seja, o menino não tem um treinamento para a vida adulta, ele é jogado em campo, e deve descobrir quais são as regras… jogando! Até que ele descubra como funciona, já terá levado muita “bola nas costas”, mas é assim mesmo que funciona.
Com estas observações, considero não ser produtivo o homem tentar adivinhar  ou definir por si só o que a mulher quer : ele deve perguntar a ela claramente e, principalmente, CONSIDERAR sua resposta. E descobrindo, não deve achar que fazendo exatamente aquilo o tempo todo – ou com todas – irá ser sempre  bem-sucedido. No mundo adulto, ele não tem mais super-poderes, e deve aceitar a frustração de não ter resposta imediata pra tudo. Deve aceitar que O JOGO, sim, é bem mais complexo do que isso, e não as mulheres. Como dizem por aí, “ninguém falou que viver era fácil, mas sim, que vale a pena”!

beijo a todos, até o próximo post ou em qualquer edição extraordinária rsrsrs…

Sexualidade dos pais, sexualidade dos filhos

Sexualidade dos pais, sexualidade dos filhos

Postado por mberaldo - quinta-feira 12 agosto 2010 19:43
consultório sexologia,erotismo,sexualidade e família

Para as gerações anteriores à nossa, demonstrações amor conjugal diante dos filhos eram tidas com algo inadequado. Os pais relegavam toda forma de carinho – se existiam – ao quarto do casal. Muitos casais justificavam esta atitude como um cuidado para não despertar a sexualidade de seus filhos. Curiosamente, muitos já devem ter presenciado discussões graves de seus pais, e em casos mais complexos, até agressões verbais, quando não físicas! Não é estranho que o cuidado muitas vezes tomado em relação ao erotismo não é tido com a mesma veemência em relação à expressão da raiva e da violência entre o casal? por outro lado, os casais evitam demonstrar qualquer obtenção de prazer ao contato entre si, mas as crianças  assistem a beijos insólitos e a cenas beirando ao sexo explícito na televisão.

Na minha opinião, os pais devem permitir que seus filhos presenciem um abraço gostoso, um beijo na boca, um namoro light.  Os filhos se incomodam porque é incomum! Intimamente, até hoje tem gente que prefere achar que mãe não transa!

Observa-se que há uma liberdade muito grande do  erotismo na mídia, colocando-o como garoto-propaganda. Mas ele  só existe claramente quando é impessoal ou é do outro.  na maioria das vezes,  o papel da sexualidade na familia  é substimado,   tratado como um segredo do qual só se é falado abertamente quando não dá mais para esconder.

Uma conseqüência direta da inexpressividade erótica dos pais diante dos filhos é a instituição de que namorar é  uma prática exclusiva da fase do namoro e , por internalizarem a figura parental  “castrada” eroticamente,  acabam tendo este mesmo desempenho em suas vidas conjugais. A consequência disso é que,  com o tempo, sentem saudades deste tipo de contato e  intuem que para reviver o enamoramento teriam que se apaixonar novamente – por outras pessoas! E mesmo não querendo desfazer de suas famílias, se tornam emocionalmente disponíveis  sem o perceber!

Certamente, não dá para mudar o passado. Mas ao sairmos do convencional e assumirmos as rédeas de nosso erotismo, colocando-o onde ele é viável e produtivo, nos tornamos capazes de reinventar nossas relações afetivas já construídas. Além disso, nos qualificamos a contribuir na construção do estilo amoroso dos novos amantes – os nossos filhos.

Oi amigos! Sexologiajf agora tem o seu twitter OFICIAL!!! twitter.com/sexologiajf_mg

Oi amigos! Sexologiajf agora tem o seu twitter OFICIAL!!! twitter.com/sexologiajf_mg

Postado por mberaldo - terça-feira 13 julho 2010 19:32
consultório sexologia,erotismo,fantasias femininas,fantasias masculinas,sexualidade humana

supermulher

É isso mesmo!!! me rendi!

vejamos: blog, site, o programa na rádio, os cursos do Sexologiajf Centro de Estudos, a Clínica ufa! vou ter que comprar mais um relógio!!rsrs… mas é assim que sou feliz, fazer o quê, né? como dizem os amigos, 24 horas pensando ou falando “daquilo”…tem que ter um  twitter pra ajudar a extravasar!!rsrsrs…

então, sigam-me!! participem, deixando suas impressões sobre o Sexcidade, sugestões, criticas e etc…

ah, e como dizem no teatro, se gostarem, indiquem aos amigos…se não gostarem, indiquem aos inimigos! só não podemos ficar parados!!! s’imbora!!

Um graaaaaaaaaaande abraço,

Lúcia Beraldo

Namoro Virtual

Namoro Virtual

namoro virtual

Com tanta tecnologia disponível para aproximar as pessoas, o namoro virtual é uma diversão válida, exceto quando ele se torna a única forma de contato para trocas afetivas com as outras pessoas. Geralmente, por trás do computador, qualquer pessoa ansiosa, tímida ou insegura ao extremo pode se sentir mais segura e autoconfiante, e acabar escolhendo o mundo virtual como o seu melhor cenário de conquista. Afinal, no mundo virtual, você pode ser quem você quiser, do jeito que  quiser. Mas é importante observar que neste caso, você estará criando uma imagem que  se adequa ao outro e a você, mas perderá  também  a oportunidade de aprender, com os erros e acertos, a relacionar-se e se tornar uma pessoa realmente interessante… Afinal, o bom capitão se faz em águas bravias, e não em calmaria. São as frustrações e sofrimentos que nos fazem fortes.

Além disso, é importante observar se a  relação virtual é viável: namorar à distância sempre dá problemas e, como na vida real, começa muito bem, mas aos poucos começam as cobranças, os ciúmes, a reclamação de que “você não era assim…”.

Cabe pensar que apesar do sofrimento fazer parte da vida,  é muito importante  ser capaz de escolher aonde você vai investir seu maior patrimônio: seus sentimentos.

Diminuição da frequência Sexual…porquê?

Diminuição da frequência Sexual…porquê?

Postado por mberaldo - terça-feira 4 maio 2010 21:06
consultório sexologia,erotismo,Sem categoria,sexualidade humana

falta de desejo sexual

Diminuição da Frequência Sexual…por quê  acontece?

È natural que  a freqüência sexual sofra uma queda de acordo com o acúmulo de novas responsabilidades. Uma das atividades que interferem muito na frequência sexual  são as acadêmicas! Outro dia eu ouvi de um colega que não existe contraceptivo melhor do que mestrado ou doutorado: a pessoa se torna obsessiva com o  tema da pesquisa, e o sexo se torna eventual… Muitos têm que apressar   a entrega da tese para salvar o casamento!

Além disso, lembremos de que o sexo é atividade física (equivale à subida de quatro lances de escada!). Então, se a pessoa está cansada, ou debilitada fisicamente, é natural que diminua o desejo sexual.  Preocupações com problemas familiares e financeiros também podem diminuir a vontade de fazer sexo, afinal, ele  é uma diversão, uma distração, e nem sempre  estamos para brincadeira quando estamos tristes e  preocupados, não é mesmo?

Então, quando sabemos que a situação é temporária,  o ideal é ajudar o parceiro a solucionar a questão, quando possível. Em alguns casos, quando a frequência sexual está muito abaixo do desejado por uma das partes, o ideal é que isso seja dito abertamente. Mas crie um momento adequado para a conversa, evitando tocar no assunto  em momentos de discussão. Com esse cuidado,  você estará evitando que a cobrança fora de hora ou sentimentos de rejeição sexual  se tornem  um novo problema a ser resolvido.

…e ela terminou quando ele decidiu se entregar!

…e ela terminou quando ele decidiu se entregar!

Postado por mberaldo - sexta-feira 30 abril 2010 19:24
consultório sexologia,desilusão amorosa

...e ela terminou quando ele decidiu se entregar...

E ela terminou quando ele decidiu se entregar…

Um querido amigo publicitário comentou comigo no ano passado que estava montando aos poucos uma revista. Seu objetivo era surpreender a namorada no dia do aniversário dela. Pude acompanhar nesses meses a sua empolgação e seu empenho em procurar fotos, depoimentos, rastrear detalhes da relação e de cada um dos dois para tornar o momento memorável: afinal, ele iria pedi-la em casamento em grande estilo. Mas, no dia em que tudo iria acontecer, ela rompeu o relacionamento. Eu, que também aguardava com grande expectativa o desfecho da surpresa, fiquei de queixo caído com a notícia. Fica a pergunta: o que aconteceu? Aonde a estrada dos dois se bifurcou?

Não é a primeira vez que acompanho uma situação dessas. Lembro-me de certa vez em que um paciente, após decidir finalmente se entregar emocionalmente à namorada, voltar na sessão seguinte transtornado, comentando que ela terminara o namoro. Arrisco-me a pensar que os casais intimamente devem perceber que algo importante está para acontecer, e que alguma pedra importante do jogo deve ser movimentada. Talvez a mulher, que movimenta a “pedra” da aproximação com maior frequência, sinta que deva fazer algo diferente, e decida se afastar. O homem, que normalmente tende a resistir à entrega, faz o movimento inverso pelo mesmo motivo. Nesse momento lembro-me de uma frase que ouvia da minha mãe quando eu era adolescente: coração dos outros é terra que ninguém vai… Ou talvez seja possível ir, sim, mas até certo ponto: depende de até onde se quer realmente ir, bem como até aonde o outro nos permite aproximar.

Talvez, neste ponto, a chave da situação – se é que há alguma – seja o velho e franco diálogo. Discutir a relação pode ser chato, sim, se for o tempo todo, por qualquer bobagem… Mas de vez em quando é imprescindível conferir a rota, antes que cada um tenha tomado uma direção oposta…

Ei, amigo! Estou torcendo para que tenha volta, ok?

Vamos falar de…fetiches!

Vamos falar de…fetiches!

corpete

Vamos falar sobre… Fetiches!!!

È considerado  fetiche quando  o meio preferido ou único de atingir satisfação sexual é manipulando ou observando objetos relacionados  ao corpo humano, geralmente artigos de vestuário.  Ele é saudável,   desde que o fetichista não exclua a parceira como  sua fonte de desejo e prazer e foque somente em seu objeto de adoração.

Os fetiches mais comuns são no imaginário masculino são as meias 7/8, meias arrastão e a  Cinta-Liga; quem não se lembra do clássico casaco de pele, com a mulher completamente nua por baixo, imortalizado em várias cenas de filmes…

Considerado um dos fetiches mais famosos,  a sandália de  salto agulha e as botas de cano alto usadas com saias curtas mexem muito com o imaginário masculino! Bem como o vestido, calça comprida ou saia de couro, principalmente pretas! Já o Vinil é um tecido que mexe muito com a fantasia masculina, e  bastante usado pelas prostitutas, pois passa a impressão de serem ótimas de cama!!

Quando o desejo é despertado por partes do corpo, o fetiche recebe a nomenclatura de Parcialismo:  como por exemplo, os pés:

podolatria

Existem homens que  ficam loucos de desejo só de olhar um belo pé em um sapato bem feminino ou mesmo em uma bela sandália. Este fetiche chama-se Podolatria ( não confundir com pedofilia…)

No Parcialismo, também encontramos como objetos de desejo  os seios femininos e o bumbum – principalmente das brasileiras.

Como vocês podem notar, o fetiche é  mais presente no imaginário masculino do que no feminino,  embora muitas mulheres  tenham uma certa tara por uniformes militares e e super-heróis! De qualquer modo, você pode se divertir com seu parceiro acrescentando detalhes fetichistas nas suas fantasias sexuais: seu  companheiro vai agradecer!

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