- Queixa sobre disfunção erétil e ‘programa’ chegam ao Procon de Juiz de Fora

- Queixa sobre disfunção erétil e ‘programa’ chegam ao Procon de Juiz de Fora

Postado por mberaldo - quinta-feira 10 fevereiro 2011 20:47
consultório sexologia

Uma curiosa reportagem realizada pelo jornal Diário de Cuibá relatou recentemente reclamações inusitadas feitas junto ao PROCON de Mato Grosso. Entre elas, estava a da esposa insatisfeita com o resultado do potencializador de ereção usado pelo marido, e a da garota cujo cliente fugiu sem pagar o programa. Estimulada pela curiosidade, fui ao PROCON de Juiz de Fora, a fim de saber como se porta o juizforano diante de queixas relacionadas ao âmbito sexual. Curiosamente, o que eu encontrei não foi muito diferente: Carla Marques, Supervisora de atendimento  da Agência de proteção e defesa do consumidor de Juiz de Fora, relatou-me  que recentemente foram procurados por um senhor de oitenta anos, que se mostrava insatisfeito com a demora dos resultados de tratamento de combate à disfunção erétil realizado em uma empresa de outra cidade. Relatou-me também que eventualmente ocorrem   denúncias masculinas contra  garotas de programa que não cumpriram o combinado. Um outro caso relatado foi o da   mulher que, mesmo constrangida, acionou o PROCON  para  reclamar da má qualidade do acabamento de um vibrador que danificou-se com o uso.  De acordo com Carla, as ações só seguem trâmite na agência se houver relação de consumo, e o cidadão deve ter formas de comprovar que foi lesado.

Em dois dos casos acima, o ato lesivo seria difícil de ser documentado, podendo apenas ser relatado oralmente. A ineficiência do tratamento clínico é uma situação complexa, porque envolve a sexualidade e a qualidade de vida sexual apresentada pelo consumidor. Como terapeuta sexual, compreendo o nível de ansiedade que leva as pessoas ao consultório, mas é preciso ter paciência e coerência na criação de expectativas, afinal, há diferença entre a vida sexual ideal e a possível. A resposta sexual muda com a idade, e mesmo que o homem se sinta muito excitado, com o avançar da idade a ereção demora um pouco mais para acontecer, além de precisar haver estímulos diretos. Assim, aqueles homens que consideram que para ter bom desempenho é preciso apresentar uma ereção imediata acabam perdendo a paciência, ficam nervosos, e aí, sim, perdem a ereção. Além disso, pode ocorrer desta paciência faltar à parceira, que sabota, sem perceber, a competência masculina, através de cobranças diretas ou indiretas. Atrapalha também quando esta é muito inibida sexualmente, não correspondendo aos estímulos necessários para iniciar e manter a excitação e a ereção de seu parceiro.  Assim, vemos que um tratamento psicológico não estabelece uma relação de consumo, e sim, de orientação e apoio sistematizado não só em relação ao parceiro, mas ao casal. Por isso, é muito importante ter cautela com empresas que propagandeam resultados fantásticos.

No caso dos homens que se sentem lesados em relação às garotas de programa, é importante considerar que o fato de não ser uma profissão regulamentada faz com que os homens tenham que confiar em suas parceiras verbalmente contratadas. E parece que este voto de confiança é mútuo, já que também há reclamações por parte delas, contra homens que saem correndo sem pagar – quando não as espancam e as  roubam. Pensando nisso, Fernando Gabeira, deputado nascido e criado aqui em Juiz de Fora,  criou um controverso projeto de lei, institucionalizando a prostituição como profissão.  Caso queira ler mais sobre o assunto, clique em http://revistamarieclaire.globo.com/Marieclaire/0,6993,EML815233-1740,00.html, e leia um curioso debate entre ele e a psicóloga Nalu Faria, coordenadora de uma ONG voltada para os interesses da mulher, na Revista Marie Clair.

De qualquer modo, a busca pelo PROCON para resolver questões relacionadas à sexualidade ou exercício dela é algo positivo, uma vez que as pessoas estão passando por cima de seus constrangimentos para buscarem seus direitos – inclusive ao prazer. E é este mesmo movimento que faz com que as pessoas tomem coragem de se exporem e busquem ajuda terapêutica por conta de seus problemas sexuais: na maior parte das vezes, a solução do problema é mais simples do que a convivência com o ele.

(A mulher que reclamou quanto ao vibrador está satisfeita com o novo aparelho: recebido graças ao empenho do PROCON/JF).

Afinal, qual é a hora certa de transar?

Afinal, qual é a hora certa de transar?

Postado por mberaldo - segunda-feira 31 janeiro 2011 22:46
erotismo,sexualidade humana

Em sua opinião, qual é o momento certo de ir para a cama em um novo relacionamento? Por mais que se diga que não há regras, todos sabemos que a nossa cultura  ainda é machista . Assim, a idéia geral é que eles devem chegar à cama o mais rápido possível para provarem que são viris, enquanto elas devem prorrogar ao máximo, a fim de provarem que são “moças sérias”. Ou seja, a confusão está armada, já que essa matemática não funciona!

A nossa tendência cartesiana  de colocar ordem e compartimentar tudo não funciona quando se trata de sexualidade e afetividade! Afinal, sentimentos diferentes podem, sim, ocupar o mesmo lugar no espaço. E isso vale para o medo e o desejo. Por isso, o mais importante neste momento é o autoconhecimento. Afinal, quanto mais a pessoa se nortear por regras externas, mais distante ficará de si, tendendo a extremos, como sair transando a torto e a direito, ou acabarem fixadas em fórmulas do tipo: só transo depois de tantos encontros ou de um compromisso assumido.

Com esta situação, ambos perdem: o rapaz, ansioso pelo sexo, quando acaba por  conseguir chegar aos “finalmentes”, muitas vezes ficam decepcionados, pois a moça  não rende na cama como renderia  se estivesse fazendo conscientemente o que quer:  é muito comum rapazes perderem a ereção porque tudo passa a ser  focado na penetração, e não há muitos recursos para promover a excitação. Isto acontece na maioria das vezes quando a mulher acaba cedendo ao sexo, mas tenta controlar a intimidade dele: é quando, já nus no motel, diz: “sexo oral não faço, tem que ter intimidade”… “tal coisa não faço, tenho que conhecer muito a pessoa”… ou seja: pra fazer sexo com uma pessoa, deve-se conhecê-la, independente de que  seja só penetração  ou todo o resto!!! Se é pra fazer, que seja pra fazer bonito, os dois se curtindo! E nada melhor do que deixar a intimidade ir crescendo em seu ritmo natural… às  vezes me  pergunto  aonde esconderam o famoso “sarrinho” do meu tempo! Caramba, como era bom!!! A gente conseguia segurar a excitação sem ter que transar, porque as brincadeiras eram muito boas, e dava pra chegar até o orgasmo sem riscos!

De qualquer modo, é importante saber  que  a hora certa é aquela em que você não tem dúvidas, e que seu corpo, seu coração e sua mente estão entregues ao desejo e àquela impagável sensação de estar muito à vontade ao lado do outro. Agora, se você  quiser saber qual a garantia de que ele vai ligar no dia seguinte ou de que vai querer te assumir,  infelizmente,  quando o tema é amor e sexo, não existem garantias. Até mesmo  porque sexo não é moeda afetiva. A única certeza que você pode assegurar-se é a de que seguiu seu coração, respeitou seus limites e desejos, agiu de acordo com seus valores e foi você mesma, sem ficar tentando parecer isso ou aquilo, e sim, foi  quem você realmente é!

Strip-tease: a arte da sedução!

Strip-tease: a arte da sedução!

Postado por mberaldo - segunda-feira 6 dezembro 2010 21:36
desejo sexual,erotismo

Considerando o sexo o parque de diversão dos adultos,  as fantasias são, com certeza, o cartão “ouro” ,  aquele  que permite acesso a vários “brinquedos” , aumentando assim o seu potencial de diversão e prazer. Entre estas fantasias, o strip-tease ocupa um lugar de destaque.  Este termo vem do inglês, que significa “provocação ao se despir.” Em geral, é acompanhado de música, e a pessoa dança enquanto brinca com a fantasia dos assistentes: as peças são tiradas  lentamente enquanto que assite está  ansioso para ver tudo.  Um dos pontos que reafirma a posição do strip-tease como alimento à fantasia sexual está relacionado ao uso de roupas específicas: no caso das mulheres, strippers (que tiram toda a roupa) ou Showgirl (se despem parcialmente), frequentemente se vestem de colegiais, médicas, professoras, enfermeiras, noivas, secretárias e prostitutas.

Homens também fazem Strip-tease, claro.  Seja para outros homens ou para as mulheres, as fantasias mais comuns referem-se a policiais, bombeiros, mecânicos, oficiais, entre outros. O que eu considero bem interessante é que as fantasias masculinas e femininas direcionam-se exatamente para o mesmo aspecto: o jogo de poder e o proibido! É onde o homem fica louco imaginando a noiva de outro  despindo-se pra ele, e a mulher fica louca vendo um representante da lei rompendo seus princípios, louco para ser desejado por ela.

Até algum tempo atrás, os shows de strip-tease eram um ambiente direcionado ao público masculino. Na década de 90, com o “Clube das Mulheres”, cenário de um personagem de novela global, este tipo de Show se tornou o hit do momento, inclusive com shows itinerantes.  Hoje em dia, encontramos ainda casas com shows exclusivo para mulheres, embora em pouca evidência.

Por outro lado vivemos, com a liberdade sexual, o que chamamos de “monogamia quente”. Nesse novo padrão, não é mais tão estanque o papel de mulher da rua e o da mulher de casa. Há esposas que preenchem – e bem – o papel de amante, exercitando o fetiche e as fantasias. Neste ponto, vemos o sucesso de várias strippers profissionais que dão cursos de strip-tease para mulheres que querem encantar seus parceiros e aumentar seu potencial erótico.

Isso é um grande ganho feminino, já que ao dançar, ou simplesmente tirar provocantemente a roupa, a mulher está em contato com aquilo que lhe confere um aspecto diferencial diante do homem, do mundo e de si própria: sua autoconfiança e feminilidade!

O que quer uma mulher?

O que quer uma mulher?

Postado por mberaldo - terça-feira 23 novembro 2010 19:05
consultório sexologia,sexualidade humana

Na história da humanidade, os homens se fizeram várias perguntas e procuraram, de várias formas, obter as suas respostas. Entre estas, se tornou difícil definir as mulheres e tentar explicar – principalmente a elas – o que elas querem pois,  na maioria das vezes, não há uma única resposta: tudo depende do contexto.
Analisemos o contexto biológico: se comparadas aos homens, a estabilidade emocional deles não é um bem conquistado: é porque eles não sofrem a mesma oscilação hormonal. Assim como os homens, as mulheres querem paz! Portanto, o que queremos  durante a TPM é que os homens evitem fazer aquilo que já nos irrita em tempo normal, pois neste período, tudo o que nos incomoda tem  um impacto  triplicado! ah, queremos também um pouco mais  de carinho…e uma barra de chocolate pode cair bem!
Também no sexo e no amor as mulheres querem o mesmo os homens: uma pessoa que  se sinta satisfeita com o que recebe e que esteja em condições de retribuir com a mesma intensidade. Existem pessoas que sabem receber, usufruir, mas não sabem produzir nem dividir o seu capital erótico e nem amoroso. As mulheres querem  sentir que ocupam um lugar importante na vida de seu companheiro. Mas como muitos homens tendem a  focar em uma coisa de cada vez, quando sentem que  a mulher já foi  conquistada,   passam a focar no trabalho ou na conquista de patrimônio, como  se a vida afetiva funcionasse bem apenas no automático. E se ressentem das reclamações femininas, quando estas reivindicam  equilíbrio entre a vida afetiva, familiar e social!
Outros dizem que não adianta ser bonzinho, que as  mulheres gostam é daqueles que as maltratam! Exceto as mulheres problemáticas, isso não é verdade! O fato é que o que impulsiona o primeiro contato é a química… quando a mulher já está envolvida com outro,  ou quando não surgiu atração sexual suficiente, não adianta se o rapaz é a melhor pessoa do mundo…é uma fatalidade, fazer o quê?
Ao contrário do que pensam muitos homens, creio que somos muito mais pragmáticas do que eles: desde pequenas, somos treinadas para nossos papéis sociais de adultas. Mesmo com as mudanças culturais, vejo a minha filha de seis anos brincar com as bonecas e de casinha, como eu brinquei. Ela sabe o que fazer com um bebê. Ela sabe como funciona uma casa. Agora me diga: Você já viu algum menino brincar de pagar faturinha? Brincar de chegar em casa e perguntar à esposa como foi o seu dia? Brincar de discutir a relação? Brincar de suportar bronca do patrão? Não! A brincadeira do menino o leva para o mundo da fantasia, onde ele é capaz de tudo! Ele é o herói, é poderoso! Ou seja, o menino não tem um treinamento para a vida adulta, ele é jogado em campo, e deve descobrir quais são as regras… jogando! Até que ele descubra como funciona, já terá levado muita “bola nas costas”, mas é assim mesmo que funciona.
Com estas observações, considero não ser produtivo o homem tentar adivinhar  ou definir por si só o que a mulher quer : ele deve perguntar a ela claramente e, principalmente, CONSIDERAR sua resposta. E descobrindo, não deve achar que fazendo exatamente aquilo o tempo todo – ou com todas – irá ser sempre  bem-sucedido. No mundo adulto, ele não tem mais super-poderes, e deve aceitar a frustração de não ter resposta imediata pra tudo. Deve aceitar que O JOGO, sim, é bem mais complexo do que isso, e não as mulheres. Como dizem por aí, “ninguém falou que viver era fácil, mas sim, que vale a pena”!

beijo a todos, até o próximo post ou em qualquer edição extraordinária rsrsrs…

Sexualidade dos pais, sexualidade dos filhos

Sexualidade dos pais, sexualidade dos filhos

Postado por mberaldo - quinta-feira 12 agosto 2010 19:43
consultório sexologia,erotismo,sexualidade e família

Para as gerações anteriores à nossa, demonstrações amor conjugal diante dos filhos eram tidas com algo inadequado. Os pais relegavam toda forma de carinho – se existiam – ao quarto do casal. Muitos casais justificavam esta atitude como um cuidado para não despertar a sexualidade de seus filhos. Curiosamente, muitos já devem ter presenciado discussões graves de seus pais, e em casos mais complexos, até agressões verbais, quando não físicas! Não é estranho que o cuidado muitas vezes tomado em relação ao erotismo não é tido com a mesma veemência em relação à expressão da raiva e da violência entre o casal? por outro lado, os casais evitam demonstrar qualquer obtenção de prazer ao contato entre si, mas as crianças  assistem a beijos insólitos e a cenas beirando ao sexo explícito na televisão.

Na minha opinião, os pais devem permitir que seus filhos presenciem um abraço gostoso, um beijo na boca, um namoro light.  Os filhos se incomodam porque é incomum! Intimamente, até hoje tem gente que prefere achar que mãe não transa!

Observa-se que há uma liberdade muito grande do  erotismo na mídia, colocando-o como garoto-propaganda. Mas ele  só existe claramente quando é impessoal ou é do outro.  na maioria das vezes,  o papel da sexualidade na familia  é substimado,   tratado como um segredo do qual só se é falado abertamente quando não dá mais para esconder.

Uma conseqüência direta da inexpressividade erótica dos pais diante dos filhos é a instituição de que namorar é  uma prática exclusiva da fase do namoro e , por internalizarem a figura parental  “castrada” eroticamente,  acabam tendo este mesmo desempenho em suas vidas conjugais. A consequência disso é que,  com o tempo, sentem saudades deste tipo de contato e  intuem que para reviver o enamoramento teriam que se apaixonar novamente – por outras pessoas! E mesmo não querendo desfazer de suas famílias, se tornam emocionalmente disponíveis  sem o perceber!

Certamente, não dá para mudar o passado. Mas ao sairmos do convencional e assumirmos as rédeas de nosso erotismo, colocando-o onde ele é viável e produtivo, nos tornamos capazes de reinventar nossas relações afetivas já construídas. Além disso, nos qualificamos a contribuir na construção do estilo amoroso dos novos amantes – os nossos filhos.

disfunção erétil em jovens: quando a diversão vira pesadelo

disfunção erétil em jovens: quando a diversão vira pesadelo

Postado por mberaldo - quinta-feira 5 agosto 2010 18:11
sexualidade masculina

Há um mito de que a perda de ereção é um problema de idosos, ou uma doença. Na verdade, a perda de ereção pode acontecer a qualquer homem em qualquer idade: uma distração, o foco em outra coisa, e a ereção se perde! O problema não é perder a ereção, e sim a reação do casal e principalmente do homem ao perdê-la.  Quem costuma assistir a filmes pornôs já deve ter reparado que muitas vezes os astros vêem sua ereção diminuída e nem por isso páram o filme: concentram-se novamente, intensificam seu foco naquilo que os excita e tudo volta ao normal.

Costumo brincar que pra perder a ereção, basta ter pênis! Eu nunca vou ter problema de ereção!!! rsrsrs…è algo que vocês, meninos, vão ter que se acostumar! Se encararem com naturalidade, a ereção volta numa boa. Se ficarem “bolados”, achando que isto é um absurdo, aí é que vai repetir mesmo (imagine a disfunção erétil de origem psicológica como aqueles amigos chatos da infância, que  insistiam em nos colocar  apelidos e a mãe falava: não reclama não, senão o apelido “pega”!).

Falando em amigo chato, a quantas estaria a sua amizade com um chegado seu que vivesse te colocando em confusão? Então, um caso à parte é você pensar se você está tratando bem do seu “amigo”.

Vão aqui umas dicas de ouro que podem  evitar a   perda da ereção. Tomando estes cuidados, a disfunção erétil de origem psicológica estará bem mais distante!

1)      Nunca se disponha a sexo se está sem vontade. Você estará mais disperso, e a chance de pensamentos intrusivos sabotarem sua excitação será maior. Lembre-se de que não é porque você é homem tem que estar sempre disponível. Isto é um mito e macho que é macho  não tem que provar sua masculinidade pra ninguém, ok?

2)       Decorrente da primeira. A gata te atrai, e você está a fim, mas veja as reais condições de seu corpo: se estiver muito cansado, gripado, ou indisposto fisicamente, adie! Sexo é atividade física, e uma rapidinha equivale a uma subida de três lances de escada… correndo!  Você teria condições de subir esta escada? Não? Então nem de sexo. Recarregue suas baterias primeiro, e só depois gaste sua energia.

3)      Ainda relacionado com o estado do corpo: nunca faça sexo se estiver com fome. Para um sexo legal, sua fome tem que ser de fêmea! Sua máquina está sem combustível, e você quer competência pra ir de 0 a 200 km em segundos? Naaaaão! Pit stop primeiro! (Mas também não encha demais a barriga, afinal, ninguém quer confundir um orgasmo com uma congestão, não é mesmo?).

4)      Se você bebeu demais, o melhor é dormir! Se tiver intenção de ter sexo, respeite os seus limites: o efeito do álcool no organismo é totalmente o oposto do que deve ocorrer para que uma ereção aconteça e se sustente.

5)       Essa dica vai principalmente para os casados: evite conversar coisas desagradáveis ou que desperta ansiedade antes do sexo. Se já aconteceu a conversa, analise o seu estado emocional primeiro: se ficou com raiva, chateado ou preocupado, é melhor não se arriscar.

Para encerrar essas dicas, lembro-lhes de que sexo não se resume a  penetração, embora a penetração faça parte. Se não está se sentindo à vontade para um ato sexual completo, não precisa ficar se  explicando muito nem dizer não em um momento que gostaria de dizer sim. Pegue a mulher de jeito e concentre-se em dar o máximo de  prazer pra ela, divirta-se fazendo o papel de macho dominador…ela vai adorar! Abra mão apenas da penetração, e garanta que o fantasma da perda de ereção fique longe por  muitos e muitos anos!…

twitter.com/sexologiajf_mg OFICIAL

twitter.com/sexologiajf_mg OFICIAL

Postado por mberaldo - sexta-feira 16 julho 2010 17:11
Sem categoria

Dra. Maria Lúcia  Beraldo: Mestre em sexualidade Humana, Sexóloga, Palestrante

Oi amigos! Sexologiajf agora tem o seu twitter OFICIAL!!! twitter.com/sexologiajf_mg

Oi amigos! Sexologiajf agora tem o seu twitter OFICIAL!!! twitter.com/sexologiajf_mg

Postado por mberaldo - terça-feira 13 julho 2010 19:32
consultório sexologia,erotismo,fantasias femininas,fantasias masculinas,sexualidade humana

supermulher

É isso mesmo!!! me rendi!

vejamos: blog, site, o programa na rádio, os cursos do Sexologiajf Centro de Estudos, a Clínica ufa! vou ter que comprar mais um relógio!!rsrs… mas é assim que sou feliz, fazer o quê, né? como dizem os amigos, 24 horas pensando ou falando “daquilo”…tem que ter um  twitter pra ajudar a extravasar!!rsrsrs…

então, sigam-me!! participem, deixando suas impressões sobre o Sexcidade, sugestões, criticas e etc…

ah, e como dizem no teatro, se gostarem, indiquem aos amigos…se não gostarem, indiquem aos inimigos! só não podemos ficar parados!!! s’imbora!!

Um graaaaaaaaaaande abraço,

Lúcia Beraldo

Quem você acha que pensa mais em sexo: o homem ou a mulher?

Quem você acha que pensa mais em sexo: o homem ou a mulher?

Postado por mberaldo - quarta-feira 7 julho 2010 21:57
erotismo,sedução,sexualidade humana

Quem você acha que pensa mais em sexo: o homem ou a mulher? Se você disse o homem, acertou! Pesquisas apontam que o homem costuma pensar em sexo três vezes mais do que a mulher, e boa parte deles declaram que logo ao acordar, já pensam “naquilo” rsrs. É que a quantidade de testosterona, hormônio do desejo sexual, é maior pela manhã. Mas isso também acontece no organismo da mulher. A diferença é que para o homem, masturbar-se ou ter relações sexuais pode ser algo tão simples como ir buscar pão. Já a mulher precisa de uma motivação. Só que  bem motivadas, temos vários orgasmos  na mesma relação, e vocês não!!! rsrsrsr…  A capacidade feminina para maior quantidade de orgasmo supera a do homem, primeiramente, por questões fisiológicas: é que eles, após a ejaculação, tem o que chamamos de período refratário,  onde não conseguem ter uma nova ereção. Este período se torna maior com a idade, variando de poucos minutos a horas ou dias. A boa notícia é que, com os potencializadores de ereção ( levitra, cialis, etc…) isso pode ser resolvido! De qualquer modo, há ainda um outro fator que facilita o orgasmo feminino: è que, por interagir  mais com o seu corpo, ela aumenta a sua sensibilidade, sendo capaz de tirar prazer a partir de vários estímulos. Os homens também podem usufruir de seus corpos, mas pela cultura fálica, acabam apostando tudo no  ” vermelho 28″… Isto não é um bom negócio, pois se ele falha, ganha a banca….
Grande abraço, até breve!!! :)

Sexo anal

Sexo anal

Postado por mberaldo - sexta-feira 14 maio 2010 22:40
fantasias femininas,fantasias masculinas,orgasmo,sexualidade humana

sexo anal

O sexo anal é uma das principais fantasias de boa parte dos homens, devido  à contração do ânus sobre o pênis e ao apelo visual. E atualmente, as  mulheres estão mais abertas a experimentar novas possibilidades. Se este é o seu caso, mas você tem algumas dúvidas, ou quer argumentos  para convencer para sua   parceira,  Segue abaixo algumas dicas e respostas para as perguntas mais freqüentes relacionadas a essa variação:

Para que a penetração anal ocorra sem problemas, a mulher deve estar interessada e bastante excitada,  ao ponto de conseguir relaxar durante a penetração. Isto é muito importante,   pois quando ocorre uma penetração com os músculos dos esfíncteres contraídos, pode ocorrer uma lesão  com rompimento  de fibras musculares, gerando dor e sangramento. Desse modo, o interessante é que a primeira penetração ocorra sem pressa.

Para um relaxamento melhor no ato sexual,  um treinamento prévio ajuda muito:   pode ser começado no banho,  com a mulher introduzindo o  próprio dedo. Com o tempo, os músculos responderão à sua vontade, simplesmente conforme ela for prestando mais atenção à região anal.

Depois que ela  já estiver conseguindo se concentrar e relaxar a musculatura anal, durante as preliminares  o  parceiro já pode  colocar metade do dedo, enquanto  estimula  o clitóris. Na transa de outro dia,  coloca  o dedo inteiro. Depois, pode partir para dois dedos pela metade e então os dois inteiros.  Depois de alguns dias,  deve iniciar o movimento tira-põe, mas só com a glande.  Em outro dia penetra totalmente, sem movimentar. Só depois é que começa realmente  o movimento completo, mas sempre estimulando o clitóris e cuidando para que seja bom para ela – afinal, a idéia é a de que seja bom para os dois.

Durante todos estes treinamentos, a mulher poderá pode usar um gel, à base de água, como o KY. Mas quando for partir para a penetração em si, usem sempre o preservativo: a mucosa do ânus é muito sensível e absorve bactérias, infecções e vírus com mais facilidade que a da vagina. Aliás, nunca, jamais, em tempo algum penetre no ânus e depois na vagina, ou na boca, pois o contato com fezes, mesmo invisíveis, pode gerar infecções graves.
Sendo o orgasmo uma sensação que depende muito da subjetividade, algumas mulheres, mesmo não chegando a ele através do sexo anal, sentem-se gratificadas. Outras “chegam lá” enquanto são estimuladas em seu clitóris. E outras relatam conseguirem ter orgasmo apenas com a penetração. E isto é perfeitamente possível, já que o principal órgão sexual está acima do pescoço:  é a nossa mente, é a nossa capacidade erótica.
A melhor posição sexual para a prática do sexo anal é aquela em que os parceiros ficam descontraídos e relaxados. Segundos os praticantes, uma posição confortável é deitados lado a lado (a mulher fica de costas para o parceiro).

Sexo anal, ao contrário do que muitos imaginam, não provoca hemorróidas. Entretanto, o sexo anal agravará o quadro se for praticado no período de inflamação, além de causar muita dor. Hemorróidas são tecidos que contêm veias e que estão localizados nas paredes do reto e do ânus. Podem inflamar e desenvolver um coágulo sanguíneo (trombo), sangrar ou tornar-se dilatadas e protuberantes. Mais de 80% da população convive com elas, mas, por medo ou vergonha, poucas pessoas procuram ajuda médica.

Muitas pessoas têm medo de que se o sexo anal  se tornar frequente, terão um  afrouxamento do ânus e consequente incontinência fecal. Mas Isso é raro nessa prática sexual. O ânus tem dois esfíncteres musculares em forma de anel que funcionam de forma independente. O esfíncter externo é voluntário (você tem controle dele), já o interno é involuntário. No primeiro, o controle é similar ao dos músculos da mão, isto é, você contrai e relaxa quando quiser. O outro esfíncter é controlado pela parte autônoma do sistema nervoso central, como os músculos do coração. Ele reflete e responde ao medo e à ansiedade durante o sexo anal.

O último ponto, mas não o de menor importância: não,  o homem que gosta de ser acariciado no ânus não é  homossexual. Os gays gostam não é simplesmente de  sexo anal, mas de sexo  com  homens. Não existe essa de carícia de gay e carícia de hetero. Se fosse assim beijos e abraços pertenceriam a qual grupo? O fato é que as sensações ao toque são as mesmas, só depende da sensibilidade de cada um. Lembre-se de que o que faz de um homem ou mulher homossexual é a atração por pessoas do mesmo sexo.  O tipo de carinho ou carícia é  decorrência.

Então, cuidem-se, divirtam-se!

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